Família de homossexual executado acredita que ele foi vítima de homofobia

NOVA IGUAÇU -  A família de Elias José da Silva Júnior, de 27 anos, morto a tiros na manhã do último sábado, na Rua Marechal Floriano P...


NOVA IGUAÇU - A família de Elias José da Silva Júnior, de 27 anos, morto a tiros na manhã do último sábado, na Rua Marechal Floriano Peixoto, no Centro de Nova Iguaçu, acredita que o jovem foi vítima de homofobia. O rapaz foi alvejado por dois tiros, um no braço e outro no rosto. A irmã da vítima, Cíntia Miguel, informou que Elias era uma pessoa tranquila, era formado em fisioterapia e era homossexual.

Familiares disseram ainda que, apesar de ele ter casa em Comendador Soares, Elias costumava viver mais na rua do que dentro de casa. Ele teria um caso amoroso com um morador de rua. A família desconfia que ele possa ter sido assassinado por pessoas homofóbicas. Há informações, ainda não confirmadas, de que homens num carro branco passaram pelo local e efetuaram vários disparos. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

A madrinha de Elias contou que ele sempre foi um rapaz tranquilo, muito trabalhador e que, diversas vezes, costumava prestar serviços para moradores do local, como capina de quintal e outros serviços. “Esperamos que este crime não fique impune, pois foi praticado no Centro de Nova Iguaçu, onde há várias câmeras de segurança”, desabafou a madrinha de Elias.

Agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investigam o caso e irão convocar os parentes para prestarem depoimento. Eles também irão solicitar imagens de câmeras de segurança de lojas próximas ao local do crime. Ainda não há uma hipótese para o crime e os criminosos ainda não foram identificados.

No mês passado, uma briga de casal homossexual terminou com um morto, também em Nova Iguaçu. Marcelo de Oliveira Souza, de 43 anos, foi morto após ser atingido diversas vezes por um objeto contundente, dentro da própria residência. O principal suspeito do crime é Rômulo Antônio Brandão, de 21 anos, que foi preso por policiais civis da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Em depoimento na especializada, familiares da vítima contaram que Marcelo no dia 23 resolveu sacar o fundo de garantia que tinha direito. Depois, ele ligou para o acusado dizendo que iria comprar um presente para o namorado. Após cometer o crime, Rômulo deixou a casa do namorado levando pertences. Após policiais fazerem buscas na residência do acusado, no bairro Marapicu, foram encontrados o celular e roupas da vítima. O pé de cabra já havia sido apreendido. No entanto, a polícia ainda apura se Rômulo levou o dinheiro da vítima.

Via Jornal de Hoje
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